Nascido e criado em Brasília, me formei em Engenharia Elétrica em 2019. Foi no final do curso que comecei a me interessar por dados, o que culminou na minha tese sobre evasão universitária, uma análise exploratória e a tentativa de construção de modelos preditivos que, obviamente, deu errado. O semestre seguinte trouxe a pandemia, mudando todos os padrões de dados da universidade e jogando minha pesquisa pela janela.
Profissionalmente, tive uma excelente primeira oportunidade trabalhando como engenheiro de dados na Stone, experiência que me fez apaixonar pela área (que até então eu nem sabia que existia). Foi ali que descobri que sempre gostei de limpar dados, fazer análises exploratórias e preparar infraestrutura (eu era o armador do time de basquete e jogava de suporte em RPG, então acho que combinou perfeitamente).
Dito isso, é muito triste ser engenheiro de dados num mundo de cientistas de dados, onde muitas vezes os modelos ganham toda a atenção e os louros enquanto ninguém quer saber da pipeline que alimenta tudo isso.
Recentemente, embarquei na aventura de uma segunda graduação em Estatística, uma área que sempre gostei e decidi aprender o máximo que pudesse (eu ainda amo Engenharia de Dados e não penso em mudar de área, é só sede de conhecimento mesmo).
Na vida pessoal, coleciono hobbies porque nunca se tem tempo livre suficiente que não possa ser ocupado por uma nova obsessão. Na coleção atual: fotografia, impressão 3D, videogames, patins, cuidar de pets e, mais recentemente, montar teclados mecânicos e, aparentemente, escrever blogs.
Sobre os pets
Isaac (2015 - 2025)
Isaac era o cachorro da minha esposa, que tive o prazer de conhecer quando ele já tinha 5 anos e, infelizmente, já convivia com leishmaniose. Ele foi um companheiro sensacional, sempre junto, dando atenção, carinho e me divertindo ao longo do dia. Um perfeito parceiro de home office. Tive 5 anos incríveis ao seu lado e fiquei devastado com sua partida em decorrência da doença e do tratamento. Isaac foi um grande guerreiro que lutou contra a leishmaniose por 5 anos e foi imensamente feliz e acolhido em nossa casa.
Charlotte (2020 - Hoje)
Charlotte foi nosso primeiro pet em conjunto, adotada logo nos primeiros meses morando juntos, claramente uma decisão impulsiva dessa nova aventura, mas não poderíamos ter dado mais sorte. Encontramos a gata perfeita: super carinhosa, que ama estar perto de humanos e sente nossa falta quando saímos. A única reclamação que existe sobre ela é o fato de pedir comida a cada 15 minutos, mesmo depois de ter acabado de comer.
Doroteia (2021 - 2023)
Resgatada no meio de um túnel, encolhida ao lado de vários carros passando, Doroteia foi uma grande rebelde que destruiu sofás, roupas, cadeiras e tudo mais que encontrava pela frente, inclusive nossos corações. Ela viveu por um curto período em nossa casa, mas faz tanta falta desde então. Infelizmente, não conseguimos diagnosticar e tratar a tempo a PIF, e ela nos deixou muito mais cedo do que gostaríamos. Certamente sempre estará conosco.